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The Fixe Corner

Company updates, new properties, case studies, and insights into Lisbon living. 

Case studies


A crise habitacional de Lisboa não se limita a expatriados e nómadas digitais. Para muitos trabalhadores, as rendas subiram muito mais depressa do que os salários, tornando difícil viver perto do trabalho. Quando um apartamento normal custa mais do que as pessoas podem pagar, torna-se difícil manter um emprego na cidade — mesmo que haja trabalho disponível.


É aí que entra a questão da habitação para trabalhadores.


O que é alojamento para trabalhadores?

Habitação para trabalhadores significa moradias simples e decentes, acessíveis a pessoas com renda modesta ou média, localizadas a uma distância razoável de seus locais de trabalho. Esses trabalhadores geralmente atuam em setores essenciais como logística, limpeza, hotelaria, construção civil e indústria.

O objetivo não é o luxo. O objetivo é:

  • Aluguel que se encaixa em uma renda baixa ou média.

  • Um lugar seguro para se viver.

  • Distância até o trabalho que não exija horas de deslocamento.


Qual a diferença em relação às acomodações corporativas?

Os dois termos são frequentemente confundidos, mas não são a mesma coisa.

  • O alojamento corporativo geralmente destina-se a profissionais e gestores que viajam frequentemente, em apartamentos mobiliados com preços mais elevados e localizações centrais.

  • As opções de moradia para trabalhadores são voltadas para a força de trabalho do dia a dia e funcionários essenciais, próximas aos locais de trabalho e com preços que eles possam pagar de forma realista.

Alojamento corporativo otimiza o conforto e a marca; alojamento para trabalhadores contribui para a viabilidade básica dos empregos e dos negócios locais.



Por que a habitação para trabalhadores é importante para os empregadores e para a cidade

Quando os trabalhadores não têm condições de morar perto do trabalho, as empresas enfrentam maior absenteísmo, maior rotatividade de pessoal e dificuldades constantes para contratar. Para as cidades, a falta de moradia para a força de trabalho pode limitar o crescimento de certos setores, simplesmente porque não há mão de obra suficiente com moradia adequada nos locais certos.

A criação de moradias estáveis para a força de trabalho pode:

  • Tornar os empregos sustentáveis para os trabalhadores de baixa renda.

  • Ajude os empregadores a reter seus funcionários.

  • Apoiar uma economia local mais saudável ao longo do tempo.


Sempre Fixe e Alojamento para Trabalhadores

Na Sempre Fixe, consideramos a habitação para trabalhadores como infraestrutura essencial para a economia real da Grande Lisboa, e não como um produto de nicho. O nosso foco são apartamentos práticos e acessíveis perto de zonas de emprego estratégicas, concebidos para que os trabalhadores possam viver com dignidade e, realisticamente, manter os seus empregos.

À medida que expandimos nossa oferta de moradias para trabalhadores, nosso objetivo é trabalhar com empregadores, corretores e parceiros financeiros que desejam soluções habitacionais que atendam às necessidades de trabalhadores em regime de contrato de longo prazo.

Se desejar saber mais sobre nossa visão de habitação para trabalhadores ou sobre possíveis parcerias, entre em contato conosco pelo e-mail: corporates@semprefixe.com




O nosso último evento, "Margem Sul in Focus", foi exatamente o que procurámos para estas manhãs: conversas francas sobre o mercado, dicas práticas e corretores de grande qualidade presentes (mais de 50 participantes).


Um grande obrigado a todos os que participaram e aos nossos oradores/parceiros por manterem o evento atualizado. Aqui está um resumo dos temas abordados:


Paulo Martins da Property Club

Mensagem principal: O mercado já se transformou. A Margem Sul deixou de ser um caso isolado. A questão agora é se o crescimento é estrutural e como se posicionar para uma procura duradoura.


Principais conclusões:

  1. Anos de crescimento sustentado de dois dígitos significam que a Margem Sul já foi significativamente reprecificada. Este já não é um mercado em "fase inicial".

  2. O principal debate é entre o efeito temporário e a mudança estrutural, e o factor decisivo é a durabilidade da procura (que mantém as famílias a escolher a Margem Sul a longo prazo).

  3. Lisboa continua a ser o principal catalisador do capital estrangeiro, o trabalho remoto e a oferta limitada no centro continuam a impulsionar a procura para fora, mas a procura em Margem Sul é cada vez mais orientada pelo estilo de vida (espaço, litoral, menor densidade) em vez de ser puramente orientada pelo preço.


Francisco Araújo da Sempre Fixe

Mensagem principal: Estamos a expandir a Margem Sul com um modelo replicável: adquirir bem, modernizar rapidamente, manter a ocupação elevada e executar um ciclo de investimento transparente que proteja a qualidade.


Principais conclusões:

  1. 109 unidades na Margem Sul, com a seguinte distribuição: T1: 43 | T2: 47 | T3: 15 | Comercial: 4.

  2. Métricas de aquisição da Margem Sul: 6.659 m² (área bruta), custo total de aquisição de 8,5 milhões de euros, média de 1.274 €/m².

  3. Detalhes exclusivos para operadores: o ciclo de investimento para 2026 já está orçado em 350 mil euros a nível global, com 130 mil euros alocados à Margem Sul, focados em:

    - Telhados

    - Colunas de água

    - Fachadas/pintura

    - Pintura interna


Raquel Sirvoicar Rodrigues da CCA Law | Pacote Habitação 2026

Mensagem principal: 2026 marca uma mudança de restrição para incentivo, mas só se beneficia se estruturar o negócio antes de construir.


Principais conclusões:

  1. O IVA de 6% na construção civil aplica-se apenas em contextos específicos, incluindo:

    - Residência principal/permanente até 648.000€;

    - Habitação para arrendamento com rendas mensais até 2.300€;

  2. O momento é crucial: projetos iniciados entre 25 de setembro de 2025 e 31 de dezembro de 2029 (e o IVA deverá ser cobrado até 2032). Projetos já em construção mantêm a taxa de 23%.

  3. Mecanismo de risco: o controlo passa para o comprador; se as condições forem incumpridas, o IMT (Imposto sobre as Transmissões Imobiliárias) pode ser agravado em 10%, o que significa que a estruturação do IVA/impostos deve ser decidida na fase de projecto, e não posteriormente.


Marlise Guerreiro da ImoLawyers | Proteção jurídica, caso Palmela e confiança

Mensagem principal: Palmela não foi apenas um golpe, mas expôs falhas recorrentes. Os mediadores que adotam um padrão mínimo de diligência protegerão os seus clientes e a si próprios.


Principais conclusões:

  1. O CPCV sem registo é invisível: podem ocorrer promessas duplicadas, pois só o registo cria força jurídica contra terceiros (publicidade).

  2. A entrada protege legalmente, não financeiramente (art. 442º do Código Civil): sem estruturas de pagamento protegidas, os compradores ficam expostos caso haja mistura de fundos no caixa da empresa. Discutidas as proteções práticas: garantia fiduciária, seguro-caução, garantia bancária.

  3. Lista de verificação "Nunca comercialize sem" (artigos indispensáveis): "certidão permanente" atualizada, licença validada, registo nas Filipinas (se aplicável) e título/legitimidade completos confirmados. Nunca normalize a situação com a frase "regularizaremos mais tarde".



Na Sempre Fixe, construímos e gerimos imóveis residenciais para arrendamento de longa duração em toda a Grande Lisboa, com uma presença crescente na Margem Sul.


Entre em contacto connosco se você:

  • Tem um imóvel ou oportunidade de compra fora do mercado na Margem Sul;

  • Disponíveis: Barreiro - T1 | Barreiro - T2 | Setúbal - T3 | Linda-a-Velha - espaço comercial;

  • Quer o material de apresentação do evento + a checklist para um negócio seguro? Comente "ARTIGO DE APRESENTAÇÃO" e enviaremos para si.


Na quarta-feira, 4 de março (das 9h às 12h), a Sempre Fixe e o Property Club apresentam o Margem Sul in Focus — um encontro informal para corretores e profissionais do mercado imobiliário.

A proposta é simples: temas práticos, palestrantes objetivos e tempo suficiente para conversas produtivas.


O porquê deste evento

No nosso último encontro para profissionais do imobiliário, o feedback mais positivo não foi sobre os slides, mas sim sobre o ambiente. As pessoas valorizaram a oportunidade de se conhecerem, criarem novas conexões e saírem com relacionamentos que realmente as ajudaram a trabalhar melhor.

Esta edição é um evento em parceria com o Paulo Martins da Property Club.



O que abordaremos

  • Panorama do mercado e da Margem Sul com Paulo Martins (Fundador da Property Club) e Francisco Araújo (COO da Sempre Fixe);

  • “Pacote Habitação 2026” explicado com Tomás Assis Teixeira (Sócio da CCA Law Firm);

  • Seguro jurídico, o caso Palmela e a recuperação da confiança com Marlise Guerreiro (Sócia Fundadora da ImoLawyers);

  • Networking + apresentações direcionadas.


Para quem é

Agentes imobiliários e profissionais do setor imobiliário que atuam na Grande Lisboa — especialmente na Margem Sul — que desejam uma atualização clara e um ambiente de qualidade.


Detalhes do evento

Data: Quarta-feira, 4 de março de 2026

Horário: 9h às 12h

Local: Property Club, Lumiar, Lisboa

Organização: Sempre Fixe x Property Club


Esperamos rever rostos conhecidos e conhecer novas pessoas.



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